Uma boa aula de Pilates depende diretamente do entendimento das necessidades dos alunos e de exercícios adaptados para que seus problemas de saúde ou queixas com dores possam ser amenizados.

Afinal, de nada adianta padronizar os exercícios para todos os alunos se o Pilates é justamente uma metodologia que pode ser praticada por pessoas das mais diferentes idades e limitações físicas.

Antes de mais nada, colete alguns dados pessoais do seu aluno, como nome, idade e profissão para você entender um pouco mais a respeito de sua vida e rotina.

Depois, faça algumas perguntas para identificar o estado de saúde do aluno, como se ele fuma, se possui algum problema de saúde, já realizou alguma cirurgia e, até mesmo, se dorme bem à noite.

Passado esse momento de conversa, chegou a hora de partir para a avaliação física do aluno e identificar se há mais algum problema que ele mesmo não conhece, como má postura ou desvios na coluna.

Você pode aplicar alguns testes para avaliar a flexibilidade, força muscular, equilíbrio, entre outros aspectos. O ideal é oferecer sempre uma aula experimental aos novos alunos. Assim, você consegue explicar na prática como o Pilates funciona e, ao mesmo tempo, fazer a avaliação das limitações e necessidades do aluno.

Lembre-se que a avaliação deve ser frequente para medir o progresso do aluno e trabalhar pontos secundários ou outros problemas que podem vir a se desenvolver ao longo das aulas.

Quanto mais você conseguir direcionar os exercícios, mais resultados os alunos conseguirão enxergar e mais satisfatória serão as aulas.

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